BERA (PEATE) em Catalão - GO
Exame de potencial evocado auditivo de tronco encefálico para diagnóstico preciso de perdas auditivas em bebês, crianças e adultos, com tecnologia de ponta e atendimento humanizado.
Agendar ExameO que é o exame BERA / PEATE?
O BERA (Brainstem Evoked Response Audiometry), também conhecido como PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico), é um exame eletrofisiológico que avalia a integridade da via auditiva desde o nervo auditivo até o tronco encefálico. Diferente de exames que dependem da resposta comportamental do paciente, o BERA registra a atividade elétrica gerada pelo sistema nervoso em resposta a estímulos sonoros, o que o torna extremamente confiável mesmo em pacientes que não conseguem colaborar ativamente. Em Catalão, a Fga. Maria Amélia Rejnik realiza o exame com equipamento de última geração, oferecendo laudos detalhados e orientação completa às famílias.
Diferença entre BERA e audiometria convencional
A audiometria convencional exige que o paciente sinalize quando percebe um som, o que requer compreensão e colaboração. O BERA, por outro lado, é um exame objetivo: não depende de nenhuma resposta voluntária. Pequenos eletrodos posicionados na testa e atrás das orelhas captam as ondas elétricas que o cérebro gera ao receber estímulos sonoros por meio de fones. Essa característica faz do BERA o exame de escolha para recém-nascidos, crianças pequenas e qualquer paciente que não consiga realizar a audiometria comportamental de forma confiável. Enquanto a audiometria mede o limiar auditivo de maneira subjetiva, o BERA fornece dados eletrofisiológicos precisos sobre o funcionamento neural da audição.
Para quem o BERA é indicado?
O exame BERA possui indicações específicas e amplas na prática audiológica. Ele é fundamental para recém-nascidos que falharam na triagem auditiva neonatal (Teste da Orelhinha), pois permite confirmar ou descartar uma perda auditiva com precisão. Também é indicado para crianças pequenas que ainda não colaboram com exames comportamentais, pacientes com suspeita de neuropatia auditiva (condição em que a cóclea funciona, mas o nervo auditivo não transmite o som adequadamente) e adultos em investigação de lesões retrococleares. Em Catalão, a Fga. Maria Amélia Rejnik atende pacientes de todas as faixas etárias, desde neonatos encaminhados por pediatras e otorrinolaringologistas até adultos que necessitam de investigação audiológica complementar.
Como o exame funciona na prática?
O procedimento é completamente indolor e não invasivo. A fonoaudióloga posiciona eletrodos de superfície na testa e na região mastoidea (atrás das orelhas) do paciente, fixados com pasta condutora. Fones de inserção são colocados nos ouvidos e emitem cliques ou tons de frequência específica. O equipamento registra automaticamente as respostas elétricas geradas pelo tronco encefálico, que aparecem como ondas em um gráfico. A análise dessas ondas permite identificar o limiar auditivo eletrofisiológico e avaliar a integridade de cada ponto da via auditiva neural. O exame dura entre 30 e 60 minutos, dependendo da colaboração do paciente e da quantidade de frequências avaliadas.
Quando é necessária sedação?
Para que os registros eletrofisiológicos sejam claros e confiáveis, o paciente precisa estar em repouso absoluto, preferencialmente dormindo. Em bebês de até seis meses, isso geralmente ocorre de forma natural durante o sono fisiológico. Para crianças maiores que não conseguem permanecer quietas, pode ser necessária a sedação medicamentosa, sempre prescrita e acompanhada por um médico. No consultório em Catalão, a Fga. Maria Amélia Rejnik orienta previamente cada família sobre as condições ideais para o exame, maximizando as chances de realização sem sedação.
Preparação: a privação de sono em crianças
Uma estratégia amplamente utilizada para evitar a sedação em crianças é a privação parcial de sono. A orientação consiste em reduzir o tempo de sono da criança na noite anterior ao exame e evitar que ela durma no trajeto até o consultório. Dessa forma, ao chegar em um ambiente confortável e silencioso, a criança tende a adormecer naturalmente durante o procedimento. Em Catalão, a equipe da Fga. Maria Amélia Rejnik fornece um roteiro personalizado de preparação para cada paciente, levando em conta a idade e a rotina da criança, garantindo que o exame seja realizado com a máxima qualidade e o mínimo de estresse para toda a família.
Perguntas Frequentes sobre o BERA (PEATE)
O BERA dói?
Não. O exame BERA é completamente indolor. Os eletrodos são posicionados na superfície da pele com pasta condutora e os fones de inserção emitem sons em volume controlado. O paciente não sente nenhum tipo de desconforto, incômodo ou dor. Bebês frequentemente dormem durante todo o procedimento sem demonstrar qualquer reação adversa.
Precisa de sedação?
Depende da idade e do comportamento do paciente. Bebês de até seis meses costumam adormecer naturalmente durante o exame. Para crianças maiores, a privação parcial de sono na noite anterior geralmente é suficiente para que durmam no consultório. Somente em casos nos quais a criança não consegue manter o repouso é que a sedação medicamentosa pode ser indicada, sempre com acompanhamento médico.
Quanto tempo dura o exame BERA?
O exame em si dura entre 30 e 60 minutos, mas é recomendável reservar aproximadamente 1h30 para toda a consulta, incluindo a preparação dos eletrodos, o tempo para o paciente adormecer e a explicação dos resultados. Quanto mais tranquilo e imóvel o paciente estiver, mais rápido e preciso será o registro.
Qual a diferença entre BERA e Teste da Orelhinha?
O Teste da Orelhinha (emissões otoacústicas) é um exame de triagem que verifica se as células ciliadas externas da cóclea estão funcionando. Ele é rápido e identifica alterações cocleares, mas não avalia o nervo auditivo nem o tronco encefálico. O BERA é um exame diagnóstico mais completo, que investiga toda a via auditiva neural. Por isso, quando o bebê falha no Teste da Orelhinha, o BERA é o próximo passo para confirmar e detalhar a alteração auditiva.
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